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quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Instantes

... de uma Lisboa onde o sol brilhou hoje (já não era sem tempo)... Agora resta saber até quando!

@ Miradouro de São Pedro de Alcântara

à janela do Il caffè di Roma @ Armazéns do Chiado

@ Restauradores

domingo, setembro 07, 2008

Instantes de sábado

Homem Estátua @ Rua Augusta


O sobe e desce da Rua Garrett


Miradouro de São Pedro de Alcântara

domingo, março 30, 2008

Fugaz...

... é o adjectivo ideal para qualificar este fim-de-semana na capital. Estes dois dias voaram à velocidade da luz. Houve tempo para tudo e quase nada. Dormir, dormir e muito... diria mais uma autêntica maratona do sono para compensar o cansaço acumulado durante a semana.

Sexta-feira é O dia mais desejado, o mais-que-tudo da jornada de trabalho. Nada melhor do que brindar a chegada do fim-de-semana com uma sessão de cinema.


Nunca é tarde demais - no original The Bucket List - junta dois dos melhores e mais consagrados actores de Hollywood, Jack Nicholson (Edward Cole) e Morgan Freeman (Carter Chambers). Cole é um multi-milionário e Carter é um simples mecânico. Estes dois homens na casa dos 60 têm em comum uma doença terminal que ditará o resto das suas vidas, conhecem-se ao partilhar o mesmo quarto de hospital e a partir daí tornam-se amigos e partilhadores de uma lista de desejos que pretendem realizar até ao fim dos seus dias, embarcando numa jornada que os levará a conhecer o melhor da vida.
Um filme optimista e colorido, como a vida, apesar da sua vertente trágica.


O sábado de sol mereceu um passeio pelo Chiado com direito a paragem no renovado miradouro de S. Pedro de Alcântara. As obras de remodelação demoraram tanto tempo que já nem me lembrava daquela vista sublime sobre a minha Lisboa.

Fotos roubadas daqui


A Primavera tomava conta da cidade e convidava a esplanar na companhia de um livro ou jornal.

Domingo foi dia de me irritar por encontrar o meu red mobile com a porta do condutor vandalizada. E o que roubaram!?!? NADA... não tinha nada para tirarem. Uma vergonha!!! Quem estraga aquilo que é dos outros por caprinho ou maldade, é porque a vida não lhe custa a ganhar. Depois foi tempo de ir digerir o sucedido para o cinema: There Will Be Blood (Haverá Sangue), um intrigante épico sobre família, ambição, fé e petróleo.

O filme peca por ser um pouco longo demais (quase 3h em que os primeiros 20 minutos não têm uma única fala!), mas tem Daniel Day-Lewis na pele de um prospector de petróleo em ascensão. Um papel estrondoso, magnífico, fenomenal, que enche o écran. Sublime... Lewis é O filme... O melhor! Vale a pena ver só por ele...